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Até que ponto pode ser confundido o amor?

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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por mjp em Ter Jul 15 2014, 14:51

@Agnostic escreveu:É para ser entendido da forma mais directa e linear possivel:

- "Filha... vai fazer os trabalhos da escola"
- "Não vou, não me apetece, deixa-me em paz"
- "Filha, não me respondas assim, é falta de respeito, já chega de diversão, vai fazer os trabalhos. Tens 3 minutos para terminares o que estás a fazer".

(5 minutos depois)

- "Filha, já estás a fazer os trabalhos? "
- "Aaaargh, chatice, não quero, faço amanhã, não me chateies! "

(dialogo assertivo, frente a frente)

- "Filha, percebeste o que eu te disse há pouco? Eu não vou tolerar que fales comigo dessa maneira. Estás a ir por um mau caminho, e tens que perceber que tens que mudar de rumo, porque a coisa não vai ficar boa para o teu lado se continuas a reagir desta forma. Eu não vou tolerar que me faltes ao respeito e ... "

(ela vira costas e deixa-me a falar sozinho)

- "Filha, se não regressas aqui imediatamente e me dizes que compreendeste plenamente o significado do que eu te disse, deixas-me sem alternativas !"

(e ela não regressou. O pai vai á cozinha, pega na maior colher de pau que lá tem, vai ter com ela ao quarto e, na eminência da assertividade-limite que a filha estava prestes a conhecer, todos os problemas de comunicação ficaram resolvidos: )

- "Nãããooooo !  Pai, eu percebi tudo ! Eu entendi ! Sim, eu não volto a fazer! Eu vou fazer os trabalhos agora !  Desculpaaaaaa ! ....  "

- "Tarde demais, filha. Não me deixaste outra opção, e agora, sou eu que não posso voltar atrás, sob pena de tu não me levares a sério."

----------------------------

Relato aproximado e resumido de um doloroso  (para ela por um motivo, para mim por outro) episódio real, e relativamente recente.



Espero que tenhas entendido, Kristy.

.

Ui. Esta também me doeu... e nem sei se por ela, se por ti, se por mim, se por tudo aquilo que envolve uma situação de violência deste nível.

É que de violência se trata. (ponto final)

Violência para resolver uma situação que não envolve uma  emergência, em que o que é alvo dessa violência está num qualquer perigo e só assim pode ser salvo... é... CRIME. Ex de violência que não é crime: estás a afogar-te, estás a agarrar-me e a levares-me contigo para o fundo, toma lá um murro daqueles nos queixos de te pôr a dormir, pois só assim te consigo levar para terra, ou ainda ficamos aqui os dois.

Como me canso de dizer aqui... é pá... eu não vos entendo!

Mas bater... para quê? Bater? Será que quem bate não está naquele momento um pouco descontrolado nalguma éspecie de tensão... e que tem naquele momento uma válvula de escape para a aliviar e... bate?

Presta atenção, pois podes ter resolvido de uma só vez o primeiro, mas também último verdadeiro problema de comunicação.

Bem, lamento.
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Agnostic em Ter Jul 15 2014, 15:15

Eu coloco as coisas de outra forma: eu levei as que precisei, quando precisei, na altura certa, quando era miudo. E conheço outros como eu. São pessoas bem formadas, equilibradas, educadas, respeitadoras. Por outro lado, nos ultimos anos tenho conhecido pirralhos insuportáveis, umas autenticas bestas, que assim se mantem enquanto vão crescendo, porque os papás, muito 'psicologicamente', nunca encostaram um dedo no 'santinho' que tem lá em casa. Sendo assim, mesmo não gostando das que comi, nem daquelas que tenho que dar, prefiro a primeira opção.

.


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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Ana Cláudia em Ter Jul 15 2014, 15:47

Apenas uma contribuição para a discussão:

http://maegyver.blogs.sapo.pt/21119.html

É diferente uma palmada de uma tareia? Ou bater é bater e ponto final?

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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por mjp em Ter Jul 15 2014, 16:32

Do link acima referenciado pela Atena.
A palmada pedagógica não contempla acessórios como chinelos, colheres de pau ou cintos. Palmada pedagógica é um toque mais assertivo e firme que tem que ser ministrado no imediato, quando ocorre a situação.

É de ler tudo... sim senhor.

E espero que estes não tenham problemas com a ordem...

Sim, que ser-se virgem aos 26... na sociedade actual ( e na antiga também, ora bem) não é sintoma de grande estabilidade emocional...

Mas eu não sou psicólogo... desta ordem não me expulsam.  Morrer a rir 
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Agnostic em Ter Jul 15 2014, 17:00

A palmada bem assente (agora chamam-lhe pedagógica) é um remédio eficaz quando não estamos a falar de garotos com mais de 10 anos, que medem um metro e meio. Eu optei por usar um 'auxiliar pedagógico' a partir do momento em que comecei a perceber que me doía mais a mim do que a ela, e especialmente quando depois de 3 acoites bem assentes, ainda tinha que ouvir um desconcertante "não doeu...!".

Epá, cada um tem os filhos que tem, e usa do método que, em cada momento, considera mais apropriado. Mas digo-vos uma coisa: o mundo nunca teve tantos fedelhos mal educados, desrespeitadores, insolentes, insubordinados e até delinquentes como desde que passou a ser 'pedagógico' não tocar nos meninos, coitadinhos. Portanto, algo de errado se passa no mundo da pedagogia. Tal como dizia a Lena D'agua "pedagogia, feita á maneira, é como queijo numa ratoeira". Não era bem isto, mas tambem serve.




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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por River raid em Ter Jul 15 2014, 19:28

Não percebo muito disso, mas acho que mais vale uma palmada do que gritar com os filhos.

Quando têm mais de 10 há que jogar com algo que eles queiram e o progenitor possa dar.

Também conheço casos de que marmanjos de 20 e tais anos, com barba, nunca lavaram um prato nem fizeram uma refeição. Isso é feio...


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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Kristy123 em Ter Jul 15 2014, 21:20

Pois bem, a minha grande caldeirada está pronta.
Mas ainda tenho que vos dizer umas coisas…, porque nos entretantos aconteceu algo, que me vai custar de vos dizer.
Ah, e também ainda falta a sobremesa. E como as conversas são como as cerejas, até achei boa ideia de vos apresentar uma cerejas grandes e vermelhas e tão suculentas, que quando nós as trincamos, o sumo delas  nos escorrega pelo canto da boca, e ao olhar ao espelho, até parecemos uns vampiros.
Alguém já experimentou?

Mas vamos ao que interessa e ao que não interessa para a maior parte das pessoas...  

E para aquele que já tenha tido mais do que um filho, também já deve ter reparado que todos eles não são iguais. É como os dedos das nossas mãos, que parecem iguais, mas são de facto muito diferentes um do outro….

Não só pelo distinção do sexo, a fisionomia, etc. mas essencialmente pelas características interiores, relacionadas com a própria personalidade e outros inúmeros dados internos existentes em cada indivíduo, relacionados com o ADN de cada um e que são inalteráveis! Dados esses, que a maior parte do ser comum não entende e que a própria ciência em pleno século XXI continua fervorosamente a tentar descobrir!
E quanto mais vincada a personalidade dessa criança for, e eu atrevo-me até de dizer, que “quanto mais rica a alma” dessa criança for, mais complicado tudo se torna.

As minhas duas crianças, num modo geral, são iguais, mas completamente diferentes uma da outra e quando eu digo algo a elas precisamente nas mesmas circunstâncias e no mesmo momento, uma delas faz e pensa “A” e a outra faz e pensa “B”.
Agora eu pergunto: se a minha postura e forma de transmitir a minha educação e autoridade a uma criança é exatamente a mesma, porque razão é que as posteriores atitudes e o seu percurso e as consequências são diferentes? Se essa a minha “transmissão de dados” e as minhas ordens e directrizes foram precisamente as mesmas, então não era suposto os resultados ou o objectivo a alcançar não serem iguais e/ou exactamente os mesmos?
 
Por mais que eu hoje julgue que esteja a dar uma boa educação ao meu filho e por mais que eu persista em fazer valer a minha autoridade por achá-la a mais correcta, porque eu só lhe quero bem, e por mais que eu direcione, manobre e faça valer o meu poder de autoridade, apercebo-me que existirão sempre muitos outros factores que eu jamais conseguirei alterar, precisamente pelas razões acima referidas e muitas outras que eu, como simples mortal, nunca vou conseguir compreender e que ainda estarão todas por descobrir!

Até porque eu cheguei ao longo da minha vida e por experiência própria à derradeira e implacável conclusão, nua e crua,  que o que eu achava um dia sendo “o mais certo”, afinal era “o mais errado” e tudo o que eu pensava no “ontem” ser uma “grande verdade” passou a ser uma “grande mentira” a qual deixou de fazer sentido no meu “hoje”.

E agora eu pergunto?
Por acaso já vos aconteceu algo de semelhante e as minhas simples conclusões a que eu cheguei, não vos parecem, digamos, algo familiar? …..


E porque é que tudo tem que ser sempre tão complicado?

Basicamente, por essas e muitas outras razões e também pelas acima descritas, tudo isto fez-me pensar e aprender que eu tinha que saber aceitar outros pontos de vista, conceitos, atitudes e opiniões de qualquer pessoa e que eu própria nunca mais deveria excluir a hipótese de poder vir a mudar de ideias no meu “amanhã”.

Deixando de ter qualquer opinião própria ou definida e quase que desinteressada em tudo, movendo-me no meio termo e de uma forma despercebida e completamente neutra, descobri que para mim nunca existem verdades absolutas e aprendi a tolerar, a concordar e a respeitar qualquer opinião contrária à minha e a achar que todas elas poderiam ser válidas e aceites, porque cada individuo ao cimo da terra tem AS SUAS PRÓPRIAS VERDADES.…  e o outro indivíduo tem as deles….   no meio dessas mentiras e ilusões, que chamamos de “a nossa vida”….

Por conseguinte, o facto de ter tido o privilégio de poder ter contribuído para o aumento da humanidade e em duplicado, tornou-se para mim de máxima responsabilidade.

Tomando por base esta minha postura e achando que ninguém é dono de ninguém, tenho vindo a consciencializar-me que na qualidade de mãe que sou, também não seria muito sensato da minha parte de afirmar com toda a certeza, que o filho é MEU, no sentido de POSSE absoluta, como se fosse a minha propriedade ou objecto.

Visto isto por esta linha de pensamento, eu, como autoridade máxima e de posse, poderia fazer com ele o que bem me apetecesse e que ninguém teria a haver com isso, porque seria o MEU filho! Se levarmos este pensamento ao máximo extremo, eu teria toda a legitimidade em poder até afirmar que eu poderia inclusive matar o meu filho e que ninguém tinha nada a ver com isso, porque ele é MEU e eu faço o que quiser, com aquilo que é MEU!

Na minha opinião, nós não somos donos de NINGUÉM e um filho é uma dádiva… algo que nos foi oferecido…  com a responsabilidade máxima de a ter que cuidar, educar, instruir, estimar e amar!

Na minha opinião, temos que abrir caminhos para os nossos filhos e mostrar-lhes vários caminhos disponíveis e ajudá-los a subir, dia após dia a subir a longa e difícil escada da vida.

Quando as minhas crianças eram pequenas e andavam no colégio, das educadoras de infância que me conheciam um pouco melhor, chegavam a virar-se para mim e diziam: “ai, esta mãe, quando morrer, temos que a colocar num pedestal”. Eu não dizia nada e depois começava a pensar naquilo horas depois e não gostava nada desses comentários, até porque sou uma pessoa muito discreta e gosto de passar de despercebida e o que talvez poderia ser para alguns ser considerado um certo elogio, para mim realmente não era e eu ficava interiormente muito incomodada com isso, porque eu nunca iria querer estar num pedestal, nem em vida e muito menos em morta! E o facto de eu ser uma mãe que tinha o seu emprego, mas que em tudo no que podia, tentava estar o máximo presente e que se preocupava em estar sempre “em cima do acontecimento” e interessada em saber todas as questões relacionadas com as minhas crianças, a meu ver, não me faria mais especial do que todas as outras mães, que por vezes “nem estavam muito para se chatear” porque eu fazia-o por gosto e eu quando gosto, dou tudo de mim, e há um ditado que diz: “ quem corre por gosto, não se cansa”

Infelizmente tenho a dizer que verifico diariamente muitas pessoas que têm e usam a sua autoridade junto dos seus filhos, colocando-se lá bem em cima num pedestal, e com a sua autoridade suprema, permanecem com as suas razões e exigências lá bem em cima, enquanto os seus filhos ficam lá bem em baixo, a seguir e a obedcer a essas ordens vindas de cima, lá bem longe…

Pois bem, eu nunca fiz isso: eu não quero e não preciso, para o meu próprio ego, de me colocar lá em cima   no topo de comando, para poder exercer a minha autoridade!  O que eu fiz com elas? Eu não tive problemas nenhuns e não nunca me importei com falsos estatutos de autoridade e em descer todos os degraus da escada que fossem necessários, precisamente com o objectivo de poder estar mais perto das minhas crianças e conseguir permanecer nos degraus da escada imediatamente acima delas. E sabem porquê? Porque eu gosto de estar bem junto delas, para conseguir sentir o corpo e as mãos delas e poder-lhes agarrar e puxar todos os dias e com a minha força e ajuda, e de bem perto, ajudá-las a subir um degrau de cada vez, no percurso das suas vidas!  
É que eu sou pequenina e se não fosse assim dessa forma, a essa distância, ou a bem dizer,  com esse distanciamento, eu nunca conseguiria ouvi-las bem nem vê-las bem, além dos meus braços não serem assim tão compridos… a não ser que resolvesse utilizar outros auxílios, como por exemplo uma vara de ferro….

Eu também não sou uma “mãe-galinha”! Mas consideo-me mais uma mãe, tipo ágia, que cuida das suas crias no ninho.
E sabem, o que acontece a determinada altura, quando as crias começam a crescer? A própria mãe empurra as suas crias do ninho fora para eles começarem a voar. Não é isso? Sabiam que a águia inclusive também coloca gravetos no ninho, para tornar o ninho cada vez mais desconfortável??!!
Eu própria achei que eu deveria também fazer o seguinte: Eu deixava que as minhas crias se colocassem em cima de mim às cavalitas e depois voávamos todos juntos do ninho fora e depois tentava mostrar-lhes o seu habitat e o que havia à volta delas, para que as minhas crias conhecessem os perigos que as podiam esperar no virar de uma esquina e dar-lher indicações dos diversos caminhos visíveis e para que as minhas crias pudessem ter a oportunidade de conseguirem experimentar a mexer as suas próprias asas, em cima de mim. E depois regressava-mos juntos de volta para o ninho fofinho.

Tudo isto para quê? Porque sou sado-masoquista e gosto de ter dores nas costas? Não!
Simplesmente, para minimizar alguns efeitos não-desejados, no momento em que a mãe-água tem que forçosamente empurrar as suas crias do ninho para elas finalmente aprenderem a voar. Muitas delas, caem a pique do ninho abaixo ou aos trambolhões e ás cambalhotas e por falta de experiência, nem conseguem abrir as asas e ficam sem rumo e assustadas, e não sabem o que fazer e algumas até batem numa árvore e outros batem no chão e morrem, porque por vezes, as crias demasiadamente protegidas pela mãe-ágia, nem sabiam para que serviam as asas!

As minhas crias são exatamente iguais às tantas outras e fazem exatamente tudo o que as outros fazem.
Não são especiais!

Mas o meu objectivo básico é este:
Que sejam umas pessoas independentes e que saibam comportar-se a altura, neste mundo onde vivemos.

Para isso, eu pretendo que elas, no percurso da vida delas, tenham uma postura igual para todos e que para todas as pessoas que venham a conhecer e a conviver, que sejam umas gatinhas queridas e bem-educadas. Para isso acontecer, elas têm que ter olhos de falcão e ouvidos de morcego e quando for preciso, que também saibam como se defender e se for preciso, que sejam umas leoas ferozes e saibam meter as suas garras de fora, porque com elas ninguém brinca!

Como devem saber muito bem, hoje em dia, existem alguns indivíduos que se entretêm a “despir as mulheres com os olhos”. Infelizmente, já tenho presenciado isso com as minhas próprias filhas. Se for “só isso” tudo bem e elas limitam-se a ficar caladas. Mas ai daquele que tem a triste ideia de sequer abrir a boca com algum comentário mais infeliz, porque depois quem não poupa com palavras são elas! E aí eu só digo: “É bem feito!”

Hoje em dia, as nossas crianças vivem uma vida demasiadamente consumista. Eu quase que diria: No dia em que nasce um bébe, oferecem-lhe um telemóvel!

E agora gostava que pensassem por vós, quanto custaram por exemplo os últimos ténis ou o último telemóvel ou a camisola de marca (porque o amigo do teu filho também já tem uma igual e tem que ser de marca). Quanto gastaram há bem pouco tempo, só com isso? E também sabemos que muitos pais, sem terem essas condições financeiras, fazem um esforço para “agradar” aos filhos, para que não lhes falte nada. Não acham que é isso que acontece muitas vezes?

Sim, as minhas crianças também nunca andaram propriamente descalças. (diga-se de passagem que em locais apropriados, é muito bom andarem descalças, para elas criaram anticorpos e maior defesa no organismo!)

E só mesmo muito mais tarde, depois dos +/- 10 anos elas começaram a distinguir as marcas e a pedir algo de marca, porque eu própria nunca liguei a isso e elas tiveram o seu primeiro TM (dos mais baratos), mas só quando entraram na escola.

E querem saber o que eu valorizava muito mais? Sabem o que as minhas crianças diziam quando lhes dava a escolher se queriam gastar 100 euros nuns ténis novos ou antes outra hipótese. E elas respondiam que não queriam comprar nada e optavam pela minha outra hipótese.
E sabem qual seria a outra hipótese? Eu vou contar:

Sempre que eu podia, tentava procurar umas mini-férias de fim de semana para um Hotel ou Apartamento ou algo do género.
Vocês dirão agora: Pois, é preciso ter dinheiro para isso e nem todos podem e etc, etc.
Pois é…. É verdade. No entanto, se procurarem bem na internet, conseguem arranjar uma estadia num estabelecimento agradável (até com piscina interior e jacuzzi) por menos de 100 euros para 2 dias.

Eu posso-vos dizer que com isto, consegui muitas vezes passar momentos inesquecíveis, alegres e divertidos com as minhas crianças, momentos bons e agradáveis que elas nunca mais irão esquecer e que hoje recordamos com muita saudade.

E eu recomendo vivamente que os pais tentem fazer isso com os seus filhos de vez em quando, porque estas ligações passam a ser inesquecíveis e criam grandes laços afectivos e a alegria visível nos olhos deles é muito mais intenso e brilhante do que qualquer ténis, telemóvel ou jogo novo.  

E é de boas recordações que o ser humano se deve alimentar para que se tornem inesquecíveis e que fazem toda a diferença….

E como as coisas boas duram sempre muito pouco tempo, há que repetir muitas vezes o mesmo, para que se tornem inesquecíveis para nossa vida toda… e também conseguem criar grandes diálogos, novas experiências, laços afectivos e muita alegria, porque é disso mesmo que uma criança precisa…

E alguém já experimentou? E estão à espera de quê?  

Posso-vos dizer que nesses fins de semana eu até me dava ao "luxo" de encomendar o pequeno almoço à cama e vocês nem imaginam o quanto é bom comer bolinhos e biscoitos na cama e deixar as migalhas todas na cama e entornar sem querer o leite com chocolate nos lençois brancos.
Alguém já experimentou?

Tenho muitas saudades desse tempo, e agora nunca mais eu vou conseguir entornar o leite com chocolate na cama (a não ser que venha a sofrer da doença de Parkinson)  Morrer a rir  Morrer a rir 

Recordo-me com muita saudade os momentos em que pulávamos todos em cima da cama e jogava-mos ao quarto escuro.
Alguém já experimentou?

E quando nos divertíamos na piscina até às tantas, a dar mergulhos e a fazer “amonas”.
Alguém já experimentou?

E foi aí que todos aprenderam que não se deve ir para o jacuzzi antes de comer…. Se não pode-se correr o risco do jacuzzi ficar todo vomitado e a mamã ter que chamar alguém para vedar essa área….
E com isto passámos a conhecer coisas diferentes e ter novas experiências e normalmente eu escolhia sempre convenientemente outros locais diferentes…

Muitas histórias e muitas recordações….

Neste momento vou ter que fazer um “break” neste episódio da minha “novela”.

Atena, eu li tudo o que escreveste, e eu também tive que passar a escrever as minhas coisas em word.
Já não tenho tempo de “falar” contigo como deve ser e como tu mereces! Só te deixo aqui uma dica: Gostei muito o que escreveste..  

E como eu já tinha escrito grande parte daquilo que eu escrevi hoje antes de vir a ler o que postaste e eu até pensar mesmo de vir a conseguir acabar esta grande caldeirada hoje mesmo, vou ter que continuar eventualmente amanhã


Agora até já estou com vergonha de dizer:

Ainda não acabei….
affraid  affraid  affraid
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Agnostic em Ter Jul 15 2014, 21:31


Ainda não acabei….

Uma singela prenda para a Kristy:  Rolling Eyes  Wink 



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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Investigando a Torre em Ter Jul 15 2014, 21:47

@Kristy123 escreveu:IT,

Olha agora, que a minha grande caldeira está quase pronta, apareces tu aqui com umas novas postas de pescada.  Morrer a rir  Morrer a rir  Morrer a rir 
E agora o que posso fazer com isso?
Já estive a ver na gaveta dos meus utensílios e já não encontrei lá nenhuma colher de pau (devem andar todas ocupadas)  Morrer a rir 
Mas encontrei lá uma faca eléctrica e estava a pensar em cortar os teus novos ingredientes todos aos bocadinhos e depois fritar.
Boa ideia, não?  


Em verdade vos digo "hoje", este rapaz passa a vida a gozar comigo! (1)    

(1) - Isto não é para brasileiro ler...  


PS: Já deves saber, quando dizes: “mata” eu digo: “esfola”
e a agora toma lá, que já almoçaste.  Morrer a rir  Morrer a rir  Morrer a rir

 Chorar Chorar Chorar 

Tu nunca me levaste... oopsss!! levas a sério.  Angry 

IT


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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Kristy123 em Ter Jul 15 2014, 21:50

IT,

Sabes que eu sou obediente e cumpridora....

Por isso vou RESUMIR: NÃO
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Investigando a Torre em Ter Jul 15 2014, 21:55

@Kristy123 escreveu:IT,

Sabes que eu sou obediente e cumpridora....

Por isso vou RESUMIR: NÃO

Pois... estás a ver, não me levas a sério!  Chorar Chorar Chorar 

IT


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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Kristy123 em Qua Jul 16 2014, 17:47

Atena,
Referiste que as tuas filhas têm 7 e 9 anos. Se somares mais 10/11 anos à idade das tuas, saberás a idade das minhas. E curiosamente, o perfil que corresponde às tuas, é igual à das minhas, mas ao contrário.
Mas hoje é um dia especial e comovente para mim, porque aos olhos da lei, a minha bebé mais nova atingiu a maioridade e passou a ser considerada uma adulta.

E comecei a pensar naquilo que vos falei simbolicamente… porque hoje é o dia “H” em que a mãe-água, assim de um dia para o outro, terá que empurrar forçosamente a sua cria mais nova do ninho.
Vamos lá ver se com estas emoções todas, não serei eu que ás tantas se desequilibra e ainda escorrega do ninho e bate no asfalto e depois ainda por cima é atropelada por um camião.  Morrer a rir
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Investigando a Torre em Qua Jul 16 2014, 18:08

@Kristy123 escreveu:Atena,
Referiste que as tuas filhas têm 7 e 9 anos. Se somares mais 10/11 anos à idade das tuas, saberás a idade das minhas. E curiosamente, o perfil que corresponde às tuas, é igual à das minhas, mas ao contrário.
Mas hoje é um dia especial e comovente para mim, porque aos olhos da lei, a minha bebé mais nova atingiu a maioridade e passou a ser considerada uma adulta.

Logo... 17 / 20 anos (7+10 / 9+11)!!!
Isto parece não bater certo...  Morrer a rir 

Antes da reforma do Código Civil de 1977, a maioridade civil atingia-se na data em que uma pessoa perfizesse os 21 anos de idade. A nova redação do art.º 122.º do Código Civil antecipou a maioridade civil para o momento em que uma pessoa tiver completado os 18 anos. A nossa lei civil seguiu o exemplo das leis francesa e alemã de 1974 e da lei italiana de 1975, cuja solução também já fora consagrada pela lei inglesa em 1969 e foi igualmente acolhida nas leis sueca e dinamarquesa, vigorando ainda na generalidade dos países do leste europeu. É ainda, por exemplo, a idade fixada pela nossa Constituição para a aquisição da capacidade eleitoral activa e passiva (atualmente prevista no art.º 49.º, n.º 1). «Podendo ser-se deputado com 18 anos, mal pareceria», como referem os Profs. Antunes Varela e Pires de Lima, «que se continuasse a entender que só depois dessa idade se adquiria plena capacidade para reger a própria pessoa e dispor dos próprios bens». Ainda segundo aqueles reputados civilistas, «a razão mais determinante prende-se com o facto dos jovens se encontrarem sujeitos a um processo mais acelerado de desenvolvimento psíquico e cultural a que não é alheia uma soma incomparavelmente maior de conhecimento sobre o mundo que os envolve». Considera-se ainda os 18 anos como o momento em que há acordo científico sobre o pleno desenvolvimento biológico. A base desta opção, como salienta o legislador (Dec-Lei n.º 496/77, de 25/11), está no «reconhecimento de que os jovens estão sujeitos a um mais rápido processo de desenvolvimento psíquico e cultural e obtiveram uma autonomia a que deve corresponder a inerente responsabilidade». Por sua vez, a maioridade penal atinge-se no momento em que se completam os 16 anos de idade, sendo inimputáveis os menores de 16 anos (art.º 19.º do Código Penal). O regime jurídico aplicável aos jovens entre os 12 e os 16 anos de idade consta da Lei Tutelar Educativa (LTE). Esta tem como finalidade reeducar o jovem para o direito. Os seus pressupostos e objetivos consistem na subtração do adolescente às consequências negativas de uma condenação penal idêntica à de um adulto.
Fonte: http://adignidadedadiferenca.blogs.sapo.pt/164468.html

Então, a tua filha menor tem mesmo quantos anos?  Hmmmm... 

Olha, de qualquer das formas... PARABÉNS para a menina!  Bolo 

IT


Última edição por Investigando a Torre em Qua Jul 16 2014, 18:17, editado 1 vez(es)


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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Kristy123 em Qua Jul 16 2014, 18:16

Hoje faz 18 anos!
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Investigando a Torre em Qua Jul 16 2014, 18:18

@Kristy123 escreveu:Hoje faz 18 anos!
Sim!
De novo, PARABÉNS para a menina...  Bolo 

IT


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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por River raid em Qua Jul 16 2014, 18:44

Kristy, parabéns ti e tua filha.

Desejo as maiores felicidades para ti e tuas filhotas. Espero que elas estejam gratas pela excelente mãe que lhes calhou nesta "lotaria" que se chama Vida.

Abraço





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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Investigando a Torre em Qua Jul 16 2014, 18:47

@River raid escreveu:Kristy, parabéns ti e tua filha.

Desejo as maiores felicidades para ti e tuas filhotas. Espero que elas estejam gratas pela excelente mãe que lhes calhou nesta "lotaria" que se chama Vida.

Abraço

Eu tenho cá para mim que não gostava nada que a Kristy123 fosse minha mãe....  No 

Ao meu lado ficava com um ar muito jovem!  Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir 

IT


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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por River raid em Qua Jul 16 2014, 18:51

Calma, ela só tem 95 aninhos!  Morrer a rir 

Engravidar aos 70 é a coisa mais natural do mundo!

Cá pra mim ela colocou essa idade "avançada" por causa da "geração de 1914".

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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por antónio silva em Qua Jul 16 2014, 18:56

Parabéns à mãe e à filhota.
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Kristy123 em Qua Jul 16 2014, 19:16

Obrigada a todos pelas vossas palavras.  Smile 

A minha filha mais velha tem 20 anos.

75 River raid... 75
IT, se eu fosse a tua mãe, levavas todos os dias com a colher de pau!
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por River raid em Qua Jul 16 2014, 19:28

Esquece o Raid, podes tratar-me só por River...tass bem 

Realmente, 75 anos é uma excelente altura para engravidar. As peles estão mais flácidas... Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir 

IT, prepara-te, com a longevidade que ela apresenta, a velhota irá ter filhos até aos 150 anos, e se a reencarnação for verdade talvez nós dois venhamos a ser filhos dela!!!!! Tamos tramados!!


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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Kristy123 em Qua Jul 16 2014, 19:40

Olha River,

O que falas agora aqui, poderá ser um excelente novo tópico a abrir, que poderá ser mais um como este, que é infindável!

E mais:
Quem é que te diz a ti, se numa nova vida futura, em circunstâncias completamente diferentes às das actuais, num espaço e ambiente diferente, com novos conhecimentos e pureza, (a chamada vida eterna) eu não venha a ter algum filho de um de vós?

E esta, hein?
 affraid
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por River raid em Qua Jul 16 2014, 20:36

"eu não venha a ter algum filho de um de vós?"

isso é assédio Morrer a rir  Morrer a rir  Morrer a rir  Morrer a rir  Morrer a rir 

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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Kristy123 em Qua Jul 16 2014, 21:07

Olá, Raid (mata-moscas),

eu disse:
.....numa nova vida futura, em circunstâncias completamente diferentes às das actuais, num espaço e ambiente diferente, com novos conhecimentos e pureza, (a chamada vida eterna):
não existe sequer a palavra: assédio.
Os nossos diccionários não estarão lá, sequer....

E esta hein?
 lol!
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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

Mensagem por Investigando a Torre em Qua Jul 16 2014, 21:32

@Kristy123 escreveu:Hoje faz 18 anos!

Olha, depois de muito escolher e hesitar, decidi enviar dois vídeos para a tua menina, pois gostei dos dois...
(Diz-lhe que foi o tio IT que lhe enviou! (somos manos, não somos?  Morrer a rir )





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Re: Até que ponto pode ser confundido o amor?

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